Comer em Buenos Aires

Sempre falo sobre nossos preparativos para uma viagem e de como começamos a curti-la com antecedência. Nessa fase e por acaso, bisbilhotando nas livrarias de BH poucos dias antes de partirmos para a Argentina, topamos com o guia de restaurantes de Buenos Aires do Alex Herzog – “Bistrôs Buenos Aires. Onde comer bem, bacana e barato” – que já citamos aqui. Lançado em 2010, é um excelente guia gastronômico da cidade. Ele descreve experiências próprias em mais de 50 bares e restaurantes e mostra belas fotos dos lugares. Dá dicas de pratos, cita preços, conta histórias e curiosidades. Ao final há um pequeno guia sobre delicatessens, lojas de vinhos, cafés, livrarias e pontos turísticos. Resumindo, um livro essencial para quem viaja e procura experiências enriquecedoras. Para nós foi de grande utilidade, conduzindo nossos passos em praticamente todas as refeições assim como na busca por vinhos e livros. Claro que não conseguimos ir a todos os bistrôs que nos interessaram, mas fomos a vários, alguns apenas de passagem, outros para provar a comida. O Sagardi, pertinho da Plaza Dorrego, ideal para almoço após visita à feira de antiguidades de domingo; serve pintxos deliciosos; provamos a sidra e não gostamos. El Preferido de Palermo (Guatemala, 4.801, Palermo), simples, ambiente agradável, comida gostosa e barata. Oro & Cándido (Guatemala, 5.099, Palermo), descontraído, serve uma grapa de nome Carajo! e tem uma garçonete carioca muito espirituosa. Brasserie Petanque, apenas passamos por ela, tem um cardápio francês que parece delicioso. Cumaná (Rodrígues Peña, 1.149, Recoleta), comida típica bem feita, porção farta e barata. 878 Bar (Thames, 878, Villa Crespo), para beber os coquetéis preparados pela barwoman Elisa, simpática e competente. Bar 6, com arquitetura arrojada, lá tomamos um café da manhã. Don Julio (Guatemala, 4.699, Palermo), ótimas carnes. Quimbombó (Costa Rica, 4.562, Palermo), pretensioso e onde fomos mal atendidos ainda na escolha da mesa; não ficamos. Outras duas indicações fundamentais já citadas nesse blog, À Manger, uma delicatessen onde comprávamos guloseimas para saborear em casa e Malambo Vinoteca y Almacén Criollo com um simpático vendedor que nos indicou ótimos vinhos da terra.

Agora o mais curioso. O melhor restaurante em que fomos não está no livro. Foi-nos indicado pelo Celinho com quem jantamos lá. O Crizia tem ambiente elegante e uma comida absolutamente perfeita. Comemos e bebemos muito bem pagando barato se compararmos com os padrões brasileiros. Somos mesmo explorados no Brasil! Estando em Palermo, não deixe de visitá-lo.

Antônio

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