Zürich

Zürich: o lago, o rio, as bandeiras, construções com torres pontiagudas e relógios, comércio sofisticado e de vanguarda, as montanhas ao longe, gente bonita, educada, com cara de felicidade, a temperatura agradável de maio. Zürich: uma cidade onde é difícil trafegar de carro, hotéis caros, certo ar de indiferença pelo resto do mundo, um banheiro público imundo. Zürich, porta de entrada para a Suíça, país que para mim é uma incógnita, vivendo na contradição de riqueza, isolamento e pretensa neutralidade. Complicado! Mas para um viageiro, um país cheio de encantos culturais, gastronômicos, urbanos e rurais.

Passear pela cidade – que é a maior do país e possui menos de 400.000 habitantes! – é um enorme prazer, pois oferecendo todas as opções de uma metrópole mantém a aparente calma de um pequeno centro. Num belo dia de maio isso fica ainda mais agradável; um leve friozinho na sombra e a possibilidade de um almoço ou um café sob as árvores dos inúmeros restaurantes com mesas nas calçadas. Andar às margens do rio Limat até chegar à beira do lago, admirando sua arquitetura urbana tão característica. Comer um chocolate Sprüngli, um dos melhores que já provei. Visitar a Fraumünster para ver os belíssimos vitrais de Marc Chagall. Andar pelas elegantes lojas da movimentada Bahnhofstrasse. Conhecer a estação Stadelhofen, onde as formas orgânicas de Santiago Calatrava integram-se perfeitamente ao antigo prédio de 1884. Uma pequena grande cidade onde deve ser bom de se viver.

Antônio

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