Bariloche

Montanhas, muito azul, vegetação exuberante, pontos irisantes de neve e de rocha exposta: imagem clássica de Bariloche no verão. O azul principalmente impressiona pela variedade de tons na mistura entre céu e lagos. O Gutiérrez, que tive o prazer de ter à frente da janela de nosso quarto na Posada Piedra del Condor, complementado pelas agulhas de pedra e neve do Cerro Catedral, merecia uma foto a cada manhã para registro das cores e movimentações das águas.

As possibilidades de passeios são muitas – vale à pena alugar um carro para ter o controle do seu tempo e poder escolher os seus roteiros – dos leves e contemplativos aos esportes de aventura. Uma boa opção, inclusive para melhor reconhecimento do terreno de acordo com os interesses de cada um, é, no primeiro dia, dar uma volta a pé pelo centro da cidade. Estacionar o carro não é difícil – por enquanto o estacionamento é livre nos locais onde o meio-fio é pintado de branco, sendo proibido estacionar onde está pintado de amarelo – e o centro tem muitos atrativos: alguns prédios históricos, muitas lojas, restaurantes, produtos típicos, tudo o que se espera encontrar no centro de um grande pólo turístico. Há muitas armadilhas para turistas, com ofertas as mais variadas, distribuição de panfletos nas ruas e todo esse tipo de coisas. Aí, como disse, depende do interesse de cada um. Qualquer mapa pego nesses locais, ou mais apropriadamente no centro de informações turísticas do Centro Cívico – onde são muito simpáticos e fazem o maior esforço para entender nosso “espanhol” – servirá como um bom orientador.

No centro, gosto especialmente da loja de chocolate Rapa Nui – que tem um agradável café e uma “pâtisserie” do lado de fora que serve “cup-cakes” e café da Nespresso. (Aqui faço um alerta: não espere beber bons cafés na Argentina; infelizmente são sempre aguados e sem qualquer personalidade.) Mas de modo geral as lojas de chocolates – que são muitas – são todas lindas, cheirosas e saborosas!

Dê uma olhada na loja da Ceramica Bariloche, na rua Mitre próxima ao arco do Centro Cívico. Produzem uma louça decorada com motivos florais e cores fortes. Podem beirar o kitsch e não são baratas, mas são uma boa alternativa para um souvenir de qualidade.

Há muitas lojas de produtos defumados – “ahumados” – e a maioria dos restaurantes típicos serve tábuas de frios assim preparados (o mais famoso é o Familia Weiss). Apesar de não ser a minha preferência, vale à pena provar pelo menos um dia.

Durante nossa estada em Bariloche, passávamos pelo menos uma vez por dia pelo centro, nem que fosse para tomar um Nespresso…

Antônio Paulo

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